Medicamentos

Industria farmacêutica
CAUSA MAIS EFEITOS COLATERAIS E NÃO CURA, REMEDIA.

omeprazol  causar anemia, depressão, câncer no estômago, osteoporose e até demência, 40 miligramas diários por 2 anos ou mais, e a falta de vitamina B12, que pode levar a problemas neurológicos graves pessoas que tomaram omeoprazol ou similar tiveram 65% mas chances de ter níveis baixos de vitamina B12.Um pó branco pouco solúvel em água, o Omeprazol é da classe dos inibidores da bomba de prótons, e indicado para pessoas que sofrem de má digestão, refluxo, azia, hérnia de hiato ou úlceras pépticas benignas, tanto gástrica como duodenal. Hoje, ele é o segundo medicamento mais consumido do planeta depois do paracetamol, informa Dr. Jorge Fonseca, médico da Open International University for Complementary Medicine, na Índia.entre elas o omeprazol, pantoprazol, esomeprazol, rabeprazol e lansoprazol. Todas inibem a produção de ácido pelo estômago através da ação sobre a bomba de hidrogênio – potássio – ATPase.Mais chances de desenvolver doenças do coração
O medicamento pode aumentar o risco de ataque e doenças do coração, segundo um estudo feito com tecido humano publicado em 2013 pelo Circulation, jornal da Associação Americana do Coração. Na época, o pesquisador John P. Cooke, chefe do departamento de ciências cardiovasculares do Houston Methodist Hospital e professor na Stanford, disse à Reuters que “antiácidos que suprimem inibidores da bomba de prótons podem provocar a constrição dos vasos sanguíneos e consequente redução do fluxo de sangue.”


Derrame cerebral, espasmos musculares e osteoporose
Nos últimos três anos, a Food and Drug Administration (FDA) emitiu dois alertas sobre os inibidores da bomba de prótons, de acordo com o Harvard Heatlh Publications. Em abril de 2011, a agência alertou que o uso prolongado (mais de um ano) deste tipo de medicamento poderia levar a uma queda na absorção de magnésio, elevando o risco de arritmias, derrames cerebrais, convulsões, enfraquecimento dos ossos e espasmos musculares. 

Anemia e demência
Pesquisadores da Kaiser Permanente, líder na indústria da saúde norte-americana, demonstraram que o uso contínuo do Omeprazol leva a uma baixa absorção de vitamina B12. Ao  comparar dados de quase 26 mil pacientes diagnosticados com baixos níveis da vitamina com outros 184 mil que não tinham o problema, veio a resposta: indivíduos que tomam Omeprazol por mais de dois anos tem 65% mais chances de desenvolver deficiência de B12. A falta da vitamina pode causar demência, dano nos nervos e anemia.
Resumindo, o que o omeprazol faz ao seu organismo:
1.º Efeitos secundários a nível do tracto estômago-intestino
2.º Alergias aos alimentos
3.º Carência de vitamina B12
4.º Deficiência de minerais (p.ex.: cálcio, magnésio, potássio, zinco, ...)
5.º Aumento do risco de fracturas ósseas
6.º Piora os valores hepáticos (fígado)
7.º Adoece os rins
8.º Aumenta o perigo de infecções
9.º Favorece as complicações com Helicobacter pilori
10.º Cria habituação e aumenta o problema que se pretendia combater

Dois estudos recentes relacionam o uso prolongado do Omeprazol a sérios problemas de saúde, entre eles o tipo mais comum de câncer de estômago: o adenocarcinoma.60% de casos de câncer de estômago foi constatado em roedores que ingeriram Omeprazol por longo período em pesquisa realizada no Japão, em 2012.

a cada refeição, bilhões de bactérias invadem a cavidade estomacal. O ácido presente no suco gástrico é que mata a maioria delas e, portanto, não deve ser inibido com medicamentos. Se a secreção ácida for inibida, as bactérias maléficas, as quais liberam fortes toxinas, não serão eliminadas no estômago e alcançarão o intestino, favorecendo a disbiose intestinal (predominância de bactérias maléficas em relação às benéficas). Isso vai gerar diversos problemas como diarreia, mau hálito e excesso de gases com odores não muito agradáveis .

 Inibir a secreção de ácido gástrico causa acloridria e diversos outros problemas.
O refluxo gastresofágico acontece quando o esfíncter esofágico inferior não funciona adequadamente após o alimento ter entrado no estômago. Esse esfíncter é uma válvula (conhecida como cárdia, por estar próxima ao coração). Sua função principal é impedir o refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago.
O esôfago tem um ambiente com pH por volta de 6,5. Já o estômago, quando em condições normais de funcionamento, tem pH em torno de 2,0. O ácido clorídrico, um ácido forte que está presente no suco gástrico é o responsável por manter o pH baixo. A deficiência de produção desse ácido é conhecida como acloridria  e é caracterizada pela incapacidade do pH gástrico alcançar valores abaixo de 4,0.
A acloridria pode ser o resultado de vários processos subjacentes como por exemplo,  anemia perniciosa, tireopatia auto-imune, infecção por H.pylori ou mesmo uso prolongado de inibidores da bomba de prótons como o Omeprazol. Esse quadro é relativamente comum, principalmente nas pessoas com mais de 40 anos de idade. Pode  até ser necessário o uso de agentes que estimulam a secreção ácida, como é o caso do cloridrato de betaína, que tem efeito oposto ao do Omeprazol.
 E SE O PH DO ESTÔMAGO COM DEFICIÊNCIA DE ÁCIDO ESTIVER ACIMA DE 4,0?
A válvula do piloro (esfíncter que controla a passagem do estômago para o intestino delgado) não abre adequadamente. A válvula é dependente do pH baixo. Por sua vez, a válvula cárdia (esfíncter localizado na junção do esôfago com o estômago) abre. O alimento contido no estômago volta para o esôfago dando início ao desconforto. Quando um conteúdo com pH de 4,0, invade o esôfago, que tem pH de 6,5, acontece a irritação da sua parede. Então, surge a queimação e o desconforto que caracterizam a azia. Nesse caso, a azia não acontece pelo excesso de ácido, mas sim pela deficiência de ácido no estômago.Na grande maioria das vezes, o médico receita um medicamento para inibir a secreção de ácido no estômago. Ele é treinado para remediar os sintomas e acredita que a azia seja resultado da hiperacidez gástrica. Daí orienta o paciente a tomar medicamentos como o Omeprazol e seus similares. Quando a pessoa toma o Omeprazol , parece que melhora, pois ele anestesia o esôfago e o sintoma desaparece. Mas, na verdade, a causa do problema, que é a deficiência de ácido, não foi atacada. Acontece muitas vezes o retorno da azia quando o uso do remédio é interrompido. Consequentemente, muitas pessoas permanecem tomando esses medicamentos por um longo período e é aí onde mora o perigo. Apesar de controlar o sintoma,  a causa do problema não é eliminada e o uso continuado de medicamentos causa diversos outros problemas.A supressão de ácido gástrico destrói o equilíbrio bacteriano do intestino. Essa prática resulta no enfraquecimento do sistema imunológico. Assim, abre-se a porta para inúmeras doenças.

O uso de medicamentos antiácidos causa má digestão.
Se a secreção de ácido gástrico for reduzida, as enzimas digestivas não funcionaram adequadamente resultando em má digestão. Resultando em má digestão. Assim, os alimentos não digeridos são encaminhados diretamente ao intestino e lá permanecem. A temperatura no interior do intestino é cerca de 37oC  e os alimentos não digeridos sofrem fermentação anormal, dando início ao processo de decomposição (putrefação). A consequência é a multiplicação anormal de bactérias ruins (disbiose) e o enfraquecimento do sistema imunológico.

Essas bactérias maléficas liberam toxinas que causam a produção de gases e fezes com odor muito desagradável.
O uso prolongado de medicamentos antiácidos dificulta absorção de nutrientes.
O uso prolongado de Omeprazol reduz a secreção ácida do estômago e a redução da quantidade de ácido gástrico dificulta a digestão. Por consequência, a absorção de nutrientes é prejudicada, principalmente de minerais essenciais como ferro, cálcio e magnésio, podendo até causar deficiências desses minerais. Só para se ter uma ideia dos problemas que tais deficiências podem causar, consideremos o caso do magnésio, por exemplo.
O magnésio apresenta mais de 350 funções no organismo, ou seja, existem mais de 350 reações no corpo humano que são dependentes desse mineral. Consequentemente,  a deficiência desse nutriente pode causar problemas em várias partes diferentes do corpo.
O Omeprazol faz mal, causa gastrite atrófica.

Na mucosa do estômago existem minúsculas projeções chamadas vilosidades, que secretam ácido gástrico. A utilização contínua de medicamentos que reduzem a secreção deste ácido causa um encurtamento cada vez maior dessas vilosidades, enfraquecendo a sua função e ocasionando a atrofia da mucosa gástrica. À medida que a atrofia evolui, a mucosa afina, causando uma inflamação conhecida como gastrite atrófica.

O uso prolongado de inibidores de ácido gástrico pode causar câncer de estômago.
 O estômago com gastrite atrófica apresenta um ambiente altamente favorável ao crescimento de bactérias como a Helicobacter pylori(H. pylori), o que piora muito a inflamação, podendo até originar o câncer de estômago. A infecção por essa bactéria aumenta de duas a seis vezes o risco de câncer gástrico em pessoas infectadas. Como a porta de entrada da H. pylori  no organismo é a boca, a taxa de infecção aumenta com a idade. Estima-se que por volta de metade da população acima de 50 anos esteja infectada. Entretanto, o fato de uma pessoa estar infectada não quer dizer que ela necessariamente terá câncer de estômago. Mas, como medida preventiva para impedir a multiplicação dessa bactéria, recomenda-se evitar ao máximo o uso prolongado de medicamentos de ação antiácida que reduzem a secreção de ácido gástrico.

O uso prolongado dos medicamentos pode causar disfunção erétil e esterilidade em homens.
A ingestão regular de medicamentos que reduzem a secreção de ácido gástrico, particularmente os bloqueadores de receptores H2 como a ranitidina, pode causar disfunção erétil. Existem estudos que comprovam a relação estreita entre o consumo prolongado desses medicamentos e a redução aguda de espermatozóides. Baseado neste fato, não seria exagero afirmar que os problemas relacionados à esterilidade masculina observados nos últimos anos podem ser atribuídos a vários antiácidos fortes comercializados.
Diante desse quadro, observa-se que quanto mais medicamentos antiácidos se tomar, mais danos o organismo sofrerá. Para evitar tais danos é preciso evitar o refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago. Assim não haverá a  necessidade de utilização prolongada de remédios para inibir a secreção de ácido no estômago.

SEGUE ABAIXO ATITUDES NECESSÁRIAS PARA IMPEDIR AZIA, O REFLUXO GASTROESOFÁGICO E SENSAÇÃO DE ESTUFAMENTO.
Evitar o excesso de alimentos e bebidas;
Evitar os alimentos de difícil digestão. Carne vermelha em excesso, leite e derivados, frituras em geral, alimentos ricos em gordura animal e carboidratos refinados como os contidos em pães, bolos e biscoitos ;
Aumentar a ingestão de hortaliças, frutas e vegetais crus (se possível antes das refeições). Eles possuem enzimas e auxiliam o processo de digestão;
Mastigar bastante os alimentos antes da deglutição;
Evitar o consumo de açúcar e doces em geral;
Eliminar ou reduzir ao máximo o consumo de álcool e café;
Eliminar o fumo;
Dormir após decorridas  3 ou 4 horas  do jantar. Ideal que o estômago esteja o mais vazio possível na hora de ir para a cama.
Adotar um estilo de vida saudável e combater as emoções negativas. Como estresse, a ansiedade e o nervosismo. Isso é possível através da prática de exercícios físicos, yoga ou meditação.

Usar água com limão no combate à azia. O limão, apesar de apresentar sabor ácido, possui elevado teor de ácido cítrico, que estimula a formação de citratos e outros sais de caráter alcalino, o que promove a modulação da acidez tanto no estômago quanto no sangue e nos líquidos corporais em geral, contribuindo para o equilíbrio do funcionamento do organismo como um todo(homeostase). Tomar água com limão é uma prática muito antiga, tomar um copo de água natural ou morna com o suco de meio limão em jejum, logo ao acordar. Além da regulação da acidez corporal, essa prática oferece diversos benefícios como o estímulo do sistema imunológico e a liberação de toxinas.


Remédio furosemita
As manifestações colaterais mais frequentes incluem:

  • Sede.
  • Boca seca (xerostomia)
  • Alterações gastro-intestinais (náuseas, vômitos)
  • Hipotensão, taquicardia ou arritmia.
  • Dor ou cansaço muscular, ou cãibras.
  • Fraqueza generalizada (astenia)
  • Letargia.
  • Tonturas.

REMÉDIO MERITOR 4/1000 PARA DIABETES

Reações adversas / Efeitos colaterais de Meritor

Reações adversas relacionadas à GLIMEPIRIDA:
 Sistema Endócrino: Reação comum (> 1/100 e < 1/10): Hipoglicemia 
Em estudos clínicos episódios de hipoglicemia (glicemia menor do que 60 mg) ocorreram em 0,9 a 1,7% dos pacientes tratados com glimepirida. Os sintomas que podem ocorrer são cefaleia, náuseas, vômitos, excesso de apetite, fadiga, anormalidades do sono, inquietação, agressividade, depressão, confusão, alterações na fala, afasia, alterações visuais, tremor, paresias, distúrbios sensoriais, delírio, tontura, sensação de abandono, perda do autocontrole, convulsões, sonolência, podendo evoluir para coma, dificuldade respiratória e bradicardia. Sinais de contra regulação adrenérgica podem surgir como sudorese, pele úmida e fria, ansiedade, taquicardia, hipertensão, palpitação, dor no peito e arritmias cardíacas. O quadro clínico de um ataque hipoglicêmico grave pode assemelhar-se a um acidente vascular cerebral. Os sintomas podem variar de paciente para paciente, e melhoram ou desaparecem com a correção da glicemia. 
Reação incomum (> 1/1.000 e < 1/100): diarreia, náuseas, vômito e visão turva. 

Sistema Metabólico: Hiponatremia ocorreu em alguns pacientes tratados com glimepirida. Embora casos específicos sejam escassos, o fármaco é capaz de induzir a síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, similar a outras sulfonilureias. 
Postula-se que certas sulfonilureias podem aumentar a ação antidiurética da ADH e/ou aumentar a liberação de ADH. 

Sistema Nervoso Central 
Reação comum (> 1/100 e < 1/10): Astenia, Vertigem e cefaleia. 

Gastrintestinal 
Reação incomum (> 1/1000 e < 1/100): Dor abdominal, vômito e diarreia; 
 Reação comum (> 1/100 e < 1/10): Náusea 

Ocular 
Menos de 1% dos pacientes em uso de glimepirida apresentaram turvamento visual. Isto pode estar associado a mudanças na glicemia após o início do tratamento. 

Hematológico 
Podem ocorrer alterações na crise sanguínea, ocorrem raramente leucopenia e trombocitopenia. Pode causar em casos isolados anemia hemolítica ou, por exemplo, eritrocitopenia, granulocitopenia, agranulocitose e pancitopenia. 



Dermatológico 
Menos de 1% dos pacientes tratados com glimepirida desenvolveram reações cutâneas do tipo alérgicas (eritema, urticária, erupções morbiliformes ou macopapulares). Estas reações são geralmente leves, podendo tornar-se graves acompanhadas por dispneia e hipotensão arterial, algumas vezes evoluindo até choque. 
Um relato de caso descreveu uma reação liquenoide (erupção liquenoide) à droga em paciente de 63 anos após o uso de glimepirida. O paciente apresentou uma história clínica de 3 semanas de pápulas não pruriginosas em ambos os membros inferiores. A história médica também revelou escoriações menores em ambos os membros inferiores e diabetes mellitus tipo 2 tratada com glimepirida 1 mg, que havia sido iniciado 3 meses antes e metformina 1700 mg por dia. A interrupção do tratamento com glimepirida promoveu o desaparecimento das lesões nos meses seguintes. 

Hematológicos: Quando usado em pacientes com deficiência de glicose-6-fosfatodesidrogenase (G6PD), sulfonilureias podem levar a anemia hemolítica. Pelo fato da glimepirida pertencer à classe das sulfonilureias precauções devem ser consideradas ao ser utilizada em pacientes com deficiência de G6PD... 

Hepáticos: Porfiria hepática, hepatite, aumento das enzimas hepáticas têm incidência rara. Casos isolados de comprometimento da função hepática, incluindo colestase e icterícia, tem sido relatado durante o tratamento com sulfonilureias, incluindo a glimepirida. 

Respiratórios: Pacientes tratados com glimepirida podem apresentar dispneia após o início do tratamento, acompanhado de chiado e estridor durante teste de ausculta pulmonar, além de mal-estar. 

Outros: Em casos isolados pode ocorrer redução da concentração sérica de sódio, e com base em outras sulfonilureias, podem ocorrer vasculite alérgica ou hipersensibilidade cutânea a luz. 

Reações adversas relacionadas à METFORMINA 
As reações adversas decorrentes do uso do cloridrato de metformina compreendem alterações gastrintestinais como náuseas, vômitos e diarreia, que ocorrem principalmente no início do tratamento e desaparecem espontaneamente na maioria dos casos. 
Para reduzir a ocorrência de alterações digestivas, recomenda-se administrar o cloridrato de metformina em duas tomadas diárias, durante ou ao término das refeições. 
Cefaleia e tontura podem ocorrer ocasionalmente. 
Apenas em um pequeno número dos pacientes com problemas digestivos (cerca de 10%) foi necessário interromper o tratamento. 
O cloridrato de metformina pode desencadear ou contribuir para o aparecimento de acidose lática, complicação que, na ausência de tratamento específico, pode ser fatal. A acidose lática é uma emergência médica e seu tratamento exige sempre a hospitalização do paciente. 


A acidose lática caracteriza-se por dispneia acidótica, dores abdominais, hipotermia e, a seguir, coma. Os exames laboratoriais indicam redução no pH sanguíneo, nível sérico de lactato superior a 5 mmol/l e elevação na relação lactato-piruvato (vide Advertências). 

Dermatológicos: Alterações dermatológicas como líquen plano, com evidência de pápulas e erupções cutâneas podem ser associadas ao tratamento com metformina por pacientes diabéticos segundo relatos da literatura. 
Reação muito rara (< 1/10.000): Reações cutâneas alérgicas. 

Endócrino 
Reação muito comum (> 1/10): Hipoglicemia. 
Reação comum (> 1/100 e < 1/10): Deficiência de cobalamina. 
Reação rara (> 1/10.000 e < 1.000): Acidose láctica. 
Estudos apresentaram também casos de pacientes tratados com metformina que e apresentaram anorexia, perda severa de peso e caquexia. 

Gastrintestinais 
Síndrome de má absorção. Durante a terapia de longo prazo com metformina, foi relatada má absorção de aminoácidos, vitamina B12 e ácido fólico. Estes efeitos geralmente não são de relevância clínica. No entanto um caso de anemia megaloblástica relacionado a má absorção de vitamina B12 foi descrita em um paciente que recebeu metformina durante 8 anos. 
Reação muito comum (> 1/10): inchaço abdominal, flatulências, diarreia e vômito. Reação comum (> 1/100 e < 1/10): náuseas 

Hematológicos 
Foi descrito um caso fatal de um homem de 56 anos que após dois dias do início do uso de metformina 500 mg duas vezes por dia para diabetes tipo 2 evoluiu com hematúria e anemia, evoluindo após quatro dias com fadiga progressiva, dispneia, dor lombar e urina escura. 

Hepático 
É apresentado na literatura relatos de casos de pacientes que apresentaram icterícia e prurido após 4 semanas de tratamento com metformina. Dois meses após o tratamento com metformina ser interrompido, os níveis de enzimas hepáticas voltaram ao normal. 

Aumento das enzimas hepáticas 
Dois casos de elevação das enzimas hepáticas foram relatadas pela literatura em adolescentes diabéticos tipo 2 quando tratados com metformina. A diminuição das enzimas hepáticas foi observada após a substituição do tratamento por glibenclamida. 
Reação rara (> 1/10.000 e < 1000): hepatoxicidade 

Sistema Nervoso Central 
Cefaleia, agitação, tonturas e cansaço têm sido relatados ocasionalmente durante o tratamento com metformina. 

Teratogenicidade/Gravidez 
Uma hipoglicemia grave pode desenvolver-se nos primeiros dias após o parto das mães que tomaram sulfonilureias no final da gravidez. 

Revisões da literatura verificaram que, em geral, crianças expostas, durante a gestação, a agentes hipoglicemiantes orais apresentam malformações congênitas com incidência mais frequente do que em crianças não expostas. 

Lactação 
A evidência disponível e/ou consenso entre os especialistas é inconclusivo ou mesmo insuficiente para determinar risco infantil quando usado durante a amamentação. Devem-se pesar os benefícios potenciais do tratamento de drogas contra os riscos potenciais antes de prescrever este fármaco durante a amamentação. 
Não se sabe se a glimepirida é excretada no leite materno, seu potencial de reações adversas no lactente e os riscos à exposição deste à droga. Dado ao baixo peso molecular da droga (aproximadamente 491 Daltons) há transferência para o leite materno. 
No caso da metformina, sabe-se que ela é excretada no leite materno, entretanto, estudos clínicos não verificaram efeitos adversos em crianças expostas à droga através da amamentação. 
Atenção: este produto é um medicamento que possui Nova Concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. 

Brasart HCT
contém um antagonista do receptor da angiotensina II e um diurético, que ajudam a controlar a pressão arterial elevada. A angiotensina II é uma substância natural do organismo que causa constrição dos vasos sanguíneos, causando assim o aumento da sua pressão arterial. A valsartana do Brasart HCT bloqueia o efeito da angiotensina II. Como resultado, os vasos sanguíneos relaxam e a pressão sanguínea diminui. Os diuréticos reduzem a quantidade de sal e água no organismo, através do aumento do fluxo de urina. O uso prolongado ajuda a reduzir e controlar a pressão arterial. Se você tem alguma dúvida de como Brasart HCT funciona ou por que este medicamento foi receitado à você, pergunte ao seu médico. 

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Não tome Brasart HCT: - Se você teve alguma reação alérgica ou incomum a valsartana, hidroclorotiazida, sulfonamidas ou a qualquer outro componente deste produto listado no início desta bula. Se você não tem certeza quais medicamentos deve evitar, pergunte ao seu médico ou farmacêutico; - Se você sofre de doença grave dos rins, onde não é capaz de produzir urina (anúria); - Se você tem níveis baixos de potássio ou sódio no sangue, ou se tiver níveis muito altos de cálcio no sangue apesar do tratamento; - Se você tem gota;Se você está grávida ou planejando engravidar; - Se você sofre de doença grave do fígado, com destruição dos pequenos dutos da bile dentro do fígado (cirrose biliar), levando à acumulação de bile no fígado (colestase); - Se você tem alto nível de açúcar no sangue e tem diabetes mellitus tipo 2 (também chamado de diabetes mellitus não dependente de insulina) enquanto está tomando alisquireno, um medicamento utilizado para diminuir a pressão arterial. Se algum destes se aplicar a você, fale com o seu médico antes de tomar Brasart HCT. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência hepática e renal grave (clearance (depuração) de creatinina < 30 mL/min).

Tome cuidado especial com Brasart HCT: - Se você sofre de distúrbios dos rins; - Se você já teve inchaço principalmente da face e garganta enquanto tomava outros medicamentos (incluindo inibidores da ECA). Se você apresentar estes sintomas, pare de tomar Brasart HCT e contate seu médico imediatamente. Você não deverá tomar Brasart HCT novamente. - Se você sofre de diabetes (altos níveis de açúcar no seu sangue); - Se você tem febre, rash (erupção cutânea) e dor nas juntas, que podem ser sinais de lúpus eritematoso (ou um histórico desta doença); - Se seu médico disse que você tem baixos níveis de potássio no seu sangue (com ou sem sintomas, como fraqueza muscular, espasmos musculares, ritmo cardíaco anormal); - Se seu médico disse que você tem baixos níveis de sódio no seu sangue (com ou sem sintomas, como cansaço, confusão, câimbras musculares, convulsões); - Se seu médico disse que você tem altos níveis de cálcio no seu sangue (com ou sem sintomas, como náusea, vômitos, constipação, dor no estômago, micção frequente, sede, fraqueza muscular e câimbras musculares); - Se seu médico disse que você tem altos níveis de ácido úrico no seu sangue. Se você está sofrendo de alergia ou asma; - Se seu médico disse que você tem altos níveis de colesterol ou triglicérides no sangue; - Se você está sofrendo de vômitos ou diarreia, ou tomando altas doses de um diurético; - Se você está amamentando; - Se você teve uma diminuição da visão ou dor no olho. Estes podem ser sintomas de um aumento da pressão no seu olho e podem acontecer dentro de algumas horas a semanas tomando Brasart HCT. Isto pode levar a danos permanentes da visão, se não for tratado. - Se você está sofrendo de falência cardíaca ou já teve um ataque cardíaco. Siga cuidadosamente as instruções do seu médico quanto à dose inicial. Seu médico também poderá verificar sua função renal. - Se você faz tratamento com inibidor da ECA ou alisquireno.

Gravidez Não tome Brasart HCT se estiver grávida ou planejando engravidar. O uso de medicamentos similares tem sido associado a sérios danos ao feto. No entanto, é importante informar ao seu médico imediatamente se você acha que esta grávida ou planeja engravidar. O seu médico irá discutir com você o risco potencial de tomar Brasart HCT durante a gravidez. Amamentação Também não é aconselhado tomar Brasart HCT durante a amamentação. O componente diurético do Brasart HCT passa para o leite materno e pode também reduzir a sua produção de leite. Se você está amamentando, evite o uso de Brasart HCT a menos que tenha sido recomendado pelo seu médico. Dirigir e operar máquinas Como muitos outros medicamentos utilizados no tratamento da pressão alta, Brasart HCT pode causar efeitos como tontura ou desmaios em alguns pacientes. Portanto, antes de dirigir um veículo, operar máquinas ou realizar outras atividades que requeiram concentração, assegure-se de como você reage aos efeitos do Brasart HCT. Este medicamento pode causar dopping. Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer medicamento. Lembre-se também daqueles que não foram receitados pelo médico. Pode ser necessário ajustar a dose ou em alguns casos, interromper a administração de um dos medicamentos. Isto se aplica a ambos os medicamentos sob prescrição médica e sem prescrição médica, especialmente: - Outros medicamentos utilizados para reduzir a pressão arterial, especialmente inibidores da ECA ou alisquireno; - Medicamentos poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio. Seu médico poderá verificar a quantidade de potássio no sangue periodicamente; - Alguns antibióticos (do grupo da rifampicina), um medicamento utilizado para prevenção de rejeição de transplante (ciclosporina) ou um antirretroviral utilizado para tratar infecções por HIV/AIDS (ritonavir). Estes medicamentos podem aumentar o efeito de Brasart HCT; - Lítio, antidepressivos, antipsicóticos, medicamentos utilizados para tratar algumas condições psicológicas; - Medicamentos utilizados para aliviar a dor ou inflamação, especialmente os anti-inflamatórios nãoesteroidais (AINEs), incluindo os inibidores seletivos da ciclo-oxigenase-2 (inibidores da COX-2); seu médico também poderá verificar sua função renal; - Medicamentos semelhantes à cortisona, esteroides, carbenoxolona (um medicamento utilizado para tratar ulcerações e inflamação), antibióticos como penicilina G, anfotericina, antiarrítmicos (medicamentos utilizados para tratar problemas cardíacos); - Digoxina ou outros glicosídeos digitálicos (medicamentos utilizados para tratar problemas cardíacos); - Medicamentos relaxantes musculares (medicamentos utilizados durante operações); - Alopurinol (medicamentos utilizados para tratar gota); - Amantadina (medicamentos utilizados para tratar doença de Parkinson e também para tratar ou prevenir certas doenças causadas por vírus); - Certos medicamentos para câncer; - Agentes anticolinérgicos (medicamentos utilizados para tratar uma variedade de distúrbios como cólicas gastrointestinais, espasmos da bexiga, asma, enjoo, espasmos musculares, doença de Parkinson e como auxílio na anestesia); - Ciclosporina (medicamento utilizado em transplantes e em doenças autoimunes); - Insulina ou medicamentos antidiabéticos tomados por via oral (medicamentos utilizados para tratar os altos níveis de açúcar no sangue); - Colestiramina, colestipol ou outras resinas (medicamentos utilizados principalmente para tratar os altos níveis de lipídeos no sangue); - Vitamina D e sais de cálcio; - Diazóxido (medicamento utilizado para tratar pressão alta e hipoglicemia); - Antiepiléticos, como a carbamazepina (medicamentos utilizados para tratar convulsões); - Barbitúricos, narcóticos (medicamentos com propriedades de indução do sono) e álcool; - Aminas pressoras, como noradrenalina (substâncias que aumentam a pressão sanguínea);

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 
Assim como com todos os medicamentos, pacientes tomando Brasart HCT podem apresentar reações adversas, embora nem todos as apresentem. Algumas reações adversas podem ser sérias (frequência desconhecida: a frequência não pode ser estimada pelos dados disponíveis): - Falta de ar (possíveis sintomas de edema pulmonar não cardiogênico); - Perda repentina da consciência (possíveis sintomas de síncope); - Diminuição grave da eliminação de urina (possíveis sintomas de função renal comprometida); - Febre, inflamação da garganta ou úlceras na boca devido a infecções (possíveis sintomas de neutropenia); - Fraqueza muscular, espasmo muscular, ritmo cardíaco anormal (possíveis sintomas de baixo nível de potássio no sangue); - Cansaço, confusão, câimbras musculares, convulsões (possíveis sintomas de hiponatremia). Se você apresentar algum destes sintomas, avise seu médico imediatamente. Algumas reações adversas são incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): - Sede, baixa eliminação de urina, urina escura, pele seca e avermelhada, irritabilidade (possíveis sintomas de desidratação); - Formigamento e dormência (possíveis sintomas de parestesia); - Distúrbios visuais; - Cansaço; - Tosse; - Dor muscular; - Zumbido nas orelhas; - Tontura, sensação de cabeça leve (possíveis sintomas de hipotensão). Algumas reações adversas são muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): - Tontura; - Diarreia; - Dor nas articulações. Também reportadas (frequência desconhecida: a frequência não pode ser estimada pelos dados disponíveis): - Resultados anormais do teste da função renal (possíveis sintomas de aumento de ácido úrico ou creatinina séricos ou aumento de ureia no sangue); - Resultados anormais do teste da função hepática (possíveis sintomas de aumento da bilirrubina sérica). Os efeitos a seguir também foram observados durantes estudos clínicos com valsartana + hidroclorotiazida, sem a possibilidade de determinar se eles são causados pelo medicamento ou tem outras causas: Dor abdominal, dor no abdômen superior, ansiedade, dor nas articulações e rigidez (artrite), fraqueza (astenia), dor nas costas, tosse com secreção juntamente com dor no peito e febre (bronquite ou bronquite aguda), dor no peito, desmaios ao levantar-se, desconforto no estômago após as refeições (dispepsia), falta de ar (dispneia), boca seca, sangramento do nariz (epístaxe), inabilidade de alcançar ou manter uma ereção (disfunção erétil), gastroenterite, dor de cabeça, suor excessivo (hiper-hidrose), diminuição da sensibilidade da pele (hipoestesia), gripe (influenza), insônia, estiramento do ligamento, espasmo muscular, tensão muscular, nariz entupido (congestão nasal), nasofaringite, náusea, dor no pescoço, inchaço (edema), mãos, tornozelos ou pés inchados (edema periférico), otite média, dor nas extremidades, palpitações, irritação na garganta (dor faringolaríngea), polaciúria, febre (pirexia), sensação de dor e pressão nas bochechas e testa (sinusite), congestão sinusal, moleza (sonolência), batimento cardíaco acelerado (taquicardia), infecções do trato respiratório superior, infecções do trato urinário, sensação de tontura (vertigem), infecções virais, distúrbios visuais. Se quaisquer desses efeitos te afetarem gravemente, avise seu médico. Embora não tenham sido observados com valsartana + hidroclorotiazida, os seguintes efeitos indesejáveis, possivelmente graves, foram reportados com outros produtos contendo valsartana ou hidroclorotiazida isoladamente. - valsartana Dor abdominal, sensação de tontura (vertigem), diminuição dos níveis de hemoglobina e diminuição da porcentagem de células sanguíneas vermelhas no sangue (que podem, em casos graves, levar à anemia), sangramento incomum ou hematomas (trombocitopenia), rash, coceira, juntamente com algum dos seguintes sinais ou sintomas: febre, dor nas articulações, dor muscular, linfonodos inchados e/ou sintomas de gripe (outras reações de hipersensibilidade / reações alérgicas, incluindo doença do soro), espasmos musculares, ritmo cardíaco anormal (aumento do potássio sérico), manchas roxo-avermelhadas, febre, coceira (vasculite), elevação dos valores da função hepática, reações alérgicas com sintomas tais como, rash; coceira; tontura; inchaço da face, lábios, língua ou garganta, dificuldade para respirar ou engolir (angioedema), bolhas na pele (dermatite bolhosa), rash (erupção cutânea), coceira (prurido), redução grave da eliminação de urina (insuficiência renal). - hidroclorotiazida Erupção cutânea com ou sem dificuldade para respirar (possíveis sinais de reações de hipersensibilidade), rash facial, dor nas articulações, distúrbios musculares, febre (possíveis sinais de lúpus eritematoso sistêmico), rash, pele avermelhada, bolhas nos lábios, olhos ou boca, descamação da pele, febre (possíveis sinais de necrólise epidérmica tóxica, eritema multiforme), rash, manchas roxo-avermelhadas, febre, coceira (possíveis sinais de vasculite necrotisante), confusão, cansaço, câimbras e espasmos musculares, respiração acelerada (possíveis sinais de alcalose hipoclorêmica), distúrbios gastrointestinais, tais como, náusea, vômitos, constipação, dor no estômago, urinar frequentemente, sede, fraqueza muscular e câimbras (possíveis sinais de hipercalcemia), dor grave no estômago superior (possíveis sinais de pancreatite), vômitos e diarreias graves e persistentes, ritmo cardíaco irregular (possíveis sinais de arritmia), manchas roxas na pele (possíveis sinais de trombocitopenia, púrpura), febre, irritação na garganta, infecções mais frequentes (possíveis sinais de agranulocitose), febre, irritação na garganta ou úlceras na boca devido a infecções (possíveis sinais de leucopenia), fraqueza, hematomas e infecções frequentes (possíveis sinais de pancitopenia, depressão da medula óssea), palidez da pele, cansaço, falta de ar, urina escura (possíveis sinais de anemia hemolítica), diminuição grave da eliminação de urina (possíveis sinais de distúrbios renais ou falência renal), diminuição da visão ou dor nos olhos devido à alta pressão (possíveis sinais de glaucoma agudo de ângulo fechado), altos níveis de lipídeos no seu sangue (hiperlipidemia), baixos níveis de magnésio no seu sangue (hipomagnesemia), altos níveis de ácido úrico no seu sangue (hiperuricemia), erupção cutânea com coceira ou outras formas de erupção cutânea (urticária), redução do apetite, náusea e vômitos leves, tontura, desmaios ao se levantar (hipotensão ortostática), inabilidade de alcançar ou manter uma ereção (impotência), altos níveis de açúcar no seu sangue ou na sua urina (hiperglicemia, glicosúria), aumento da sensibilidade da pele ao sol (fotossensibilidade), desconforto abdominal, constipação ou diarreia, olhos e pele amarelos (colestase ou icterícia), dor de cabeça, distúrbios do sono, depressão, formigamento ou dormência (parestesia), distúrbios visuais (danos visuais), espasmos musculares, febre (pirexia), fraqueza (astenia). Se algum destes o afetar gravemente, avise seu médico. 

Roxflan HIPERTENSÃO

Reações adversas / Efeitos colaterais de Roxflan

Roxflan é bem tolerado. Em estudos clínicos placebo-controlados envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observados foram: 

Classificação por sistema orgânicoEfeitos indesejáveis
Sistema Nervosodores de cabeça, tontura, sonolência
Cardíacopalpitações
Vascularrubor
Gastrintestinaldor abdominal, náusea
Geraledema, fadiga


Nestes estudos clínicos não foram observados quaisquer tipos de anormalidades clinicamente significantes nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino. 
Os efeitos colaterais menos comumente observados com a difusão do uso no mercado incluem: 

Classificação por sistema orgânicoEfeitos indesejáveis
Sanguíneo e sistema linfáticoleucopenia, trombocitopenia
Metabolismo e nutriçãohiperglicemia
PsiquiátricoInsônia, humor alterado
Sistema Nervosohipertonia, hipoestesia/parestesia,
neuropatia periférica, síncope, disgeusia,
tremor, transtorno extrapiramidal
Olhosdeficiência visual
Ouvido e labirintotinido
Vascularhipotensão, vasculite
Respiratório, torácico e mediastinaltosse, dispneia, rinite
GastrintestinalMudança da função intestinal, boca seca,
dispepsia (incluindo gastrite), hiperplasia
gengival, pancreatite, vômito
Pele e tecido subcutâneoalopecia, hiperidrose, púrpura, alteração da cor da pele, urticária
Músculo-esquelético e tecido conjuntivoartralgia, dor nas costas, espasmos
Renal e urináriopolaciúria, distúrbios miccionais, noctúria
Sistema reprodutivo e mamasginecomastia, disfunção erétil
Geralastenia, mal estar, dor
Investigaçõesaumento/redução de peso

Os eventos raramente relatados foram as reações alérgicas, incluindo prurido, rash, angioedema e eritema multiforme. 
Foram raramente relatados casos de hepatite, icterícia e elevações da enzima hepática (a maioria compatível com colestase). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. 
Em muitos casos, a relação de causalidade é incerta. 
Assim como com outros bloqueadores do canal de cálcio, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio, arritmia (incluindo bradicardia, taquicardia ventricular e fibrilação atrial) e dor torácica. 

Contraindicações e riscos de Sinvastatina

Você não deve tomar sinvastatina se:
• for alérgico(a) a qualquer um de seus componentes;
• tiver doença ativa do fígado;
• estiver grávida ou amamentando;
• estiver tomando qualquer um dos seguintes medicamentos:
- alguns medicamentos antifúngicos (como itraconazol, cetoconazol, posaconazol ou voriconazol);
- inibidores da protease do HIV (como indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir);
- certos inibidores da protease do vírus da hepatite C (tais como boceprevir ou telaprevir);
- certos antibióticos (como eritromicina, claritromicina ou telitromicina);
- o antidepressivo nefazodona;
- medicamentos contendo cobicistate;
- genfibrozila (um derivado do ácido fíbrico para redução do colesterol);
- ciclosporina;
- danazol.
Pergunte a seu médico se não tiver certeza se o seu medicamento está listado acima.
Sinvastatina é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou amamentando.
Sinvastatina não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

4. O que devo saber antes de usar este medicamento?

Precauções e advertências de Sinvastatina

Informe ao seu médico sobre quaisquer problemas de saúde que estiver apresentando ou tenha apresentado, inclusive alergias.
Informe ao seu médico se você consome quantidades consideráveis de bebidas alcoólicas ou já teve doença(s) do fígado.
Informe ao seu médico se você é asiático.
Crianças
A sinvastatina não é recomendada para uso pediátrico.
Sinvastatina causa malformação ao bebê durante a gravidez.

Reações adversas de Sinvastatina

Qualquer medicamento pode apresentar efeitos inesperados ou indesejáveis, denominados efeitos adversos. A sinvastatina em geral é bem tolerada. A maioria das reações adversas foi de natureza leve e transitória.
Você deve procurar seu médico imediatamente se sentir dor, sensibilidade ou fraqueza muscular. Em raras ocasiões, problemas musculares podem ser graves, incluindo rompimento muscular, resultando em dano renal que pode ser fatal.
O risco de ruptura muscular é maior para pacientes que tomam doses mais altas de sinvastatina, particularmente a dose de 80 mg. Esse risco é ainda maior para pacientes idosos (65 anos ou mais), pacientes do sexo feminino, pacientes com função renal anormal e pacientes com problemas de tireoide.
Visite regularmente seu médico para checar o nível do seu colesterol e efeitos adversos. Seu médico pode solicitar exames de sangue de rotina para verificar o funcionamento do seu fígado antes e depois do início do tratamento e se você tiver quaisquer sintomas de problemas no fígado enquanto estiver tomando sinvastatina. Entre em contato com o seu médico imediatamente se você tiver os seguintes sintomas de problemas no fígado:
• sentir-se cansado ou fraco;
• perda de apetite;
• dor no abdome superior;
• urina escura;
• amarelamento da pele ou da parte branca dos olhos.
Os seguintes termos são usados para descrever a frequência com que as reações adversas foram relatadas:
• Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam sinvastatina).
• Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam sinvastatina).
• Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam sinvastatina).
• Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam sinvastatina).
• Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam sinvastatina).
• Frequência desconhecida.
As seguintes reações adversas graves e raras foram relatadas:
• dor, sensibilidade ou fraqueza muscular. Em raras ocasiões, esses problemas musculares podem ser graves, incluindo ruptura muscular resultando em dano renal; e muito raramente ocorreram mortes;
• reações de hipersensibilidade (alérgicas) que podem apresentar
vários sintomas, incluindo:
- inchaço da face, língua e garganta, que podem causar dificuldade para respirar;
- dor muscular grave geralmente nos ombros e quadris;
- erupção cutânea com fraqueza muscular nos membros e pescoço;
- dor ou inflamação das articulações;
- inflamação dos vasos sanguíneos;
- hematomas incomuns, erupções cutâneas e inchaço, urticária, sensibilidade cutânea ao sol, febre, rubor;
- falta de ar e mal-estar;
- quadro de doença semelhante a lúpus (incluindo erupção cutânea, distúrbios articulares e efeitos nas células do sangue);
• inflamação do fígado com pele e olhos amarelados, coceira, urina escura ou fezes de cor clara, insuficiência hepática (muito rara);
• inflamação do pâncreas frequentemente com dor abdominal grave.
As seguintes reações adversas também foram relatadas raramente:
• baixa contagem de glóbulos vermelhos no sangue;
• dormência ou fraqueza dos braços e pernas;
• dor de cabeça, sensação de formigamento, tontura;
• distúrbios digestivos (indigestão, diarreia, náusea, vômitos);
• erupção cutânea, coceira, queda de cabelo;
• fraqueza;
• problemas para dormir (muito raro);
• memória fraca, perda de memória, confusão (muito rara).
As seguintes reações adversas também foram relatadas, mas a frequência não pode ser estimada a partir das informações disponíveis (frequência desconhecida):
• disfunção erétil;
• depressão;
• problemas respiratórios, incluindo tosse persistente e/ou falta de ar ou febre;
• dor, sensibilidade ou fraqueza muscular que em casos muito raros podem não passar depois de parar com sinvastatina.

Sustrate

Contra-indicações 

Sustrate é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade ao propatilnitrato ou ou a qualquer um dos ingredientes inativos. Sustrate é contraindicado em pacientes com as seguintes condições: glaucoma, anemia grave, trauma craniano, aumento na pressão intracraniana, hemorragia cerebral, infarto agudo do miocárdio, e insuficiência cardíaca congestiva. A administração de Sustrate é contraindicado em pacientes que estão utilizando citrato de sildenafila ou outros inibidores da 5-fosfodiesterase, uma vez que estas drogas tem demonstrado potencializar os efeitos hipotensivos de nitratos orgânicos. Os pacientes que utilizarem nitratos devem ser avisados das conseqüências potencialmente sérias de utilizarem sildenafila nas 24 horas subseqüentes à utilização de preparação de nitrato. A utilização de nitrato em até 24 horas após o uso de sildenafila ou a administração de sildenafila em pacientes que receberam nitrato em 24 horas tem sido associada à hipotensão profunda, infarto do miocárdio e, até mesmo, óbito.

Advertências

Sustrate deve ser prescrito com cautela nos pacientes com depleção de volume, hipotensão, hipotensão ortostática, deficiência renal ou hepática graves, hipotiroidismo, desnutrição ou hipotermia. 
 Tolerância ao nitrato 
 Assim como a tolerância às outras formas de nitratos, o efeito de nitrato sublingual na tolerância ao exercício, ainda que observado, é desprezível.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Sustrate

Infreqüentes: cefaléia, vertigo, tontura, fraqueza, palpitação, taquicardia, vermelhidão da pele, inquietação. Muito raro: náusea, rubor, vômito, sudorese, palidez, pele fria, colapso, síncope, cianose, respiração prejudicada, bradicardia, metemoglobinemia, erupção medicamentosa e dermatite esfoliativa. Cefaléia, palpitação e hipotensão foram observados durante teste de exercício. Altas doses podem causar vômitos, inquietação, hipotensão, síncope, cianose e metemoglobinemia. Pode seguir-se pele fria, respiração prejudicada e bradicardia.

Losartana Potássica - Indicações

Hipertensão 
Losartana Potássica é indicada para o tratamento da hipertensão. 
Losartana Potássica é indicada para o tratamento da insuficiência cardíaca, quando o tratamento com inibidor da ECA não é mais considerado adequado. Não é recomendada a troca do tratamento para Losartana Potássica em pacientes com insuficiência cardíaca estabilizados com inibidores da ECA. 

Redução do Risco de Morbidade e Mortalidade Cardiovascular em Pacientes Hipertensos com Hipertrofia Ventricular Esquerda 
Losartana Potássica é indicada para reduzir o risco de morbidade e mortalidade cardiovascular avaliado pela incidência combinada de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda (veja RESULTADOS DE EFICÁCIA, Raça). 

Proteção Renal em Pacientes com Diabetes Tipo 2 e Proteinúria 
Losartana Potássica é indicada para retardar a progressão da doença renal avaliada pela redução da incidência combinada de duplicação da creatinina sérica, insuficiência renal terminal (necessidade de diálise ou transplante renal) ou morte e para reduzir a proteinúria. 

 Losartana Potássica

Contra-indicações 

Losartana Potássica é contraindicada para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto. A Losartana Potássica não deve ser administrada com alisquireno em pacientes com diabetes (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

Advertências

Toxicidade Fetal: Uso de drogas que atuem no sistema renina-angiotensina durante o segundo e terceiro trimestre de gravidez diminui a função renal fetal e aumenta a morbidade e morte fetal e neonatal. O oligoidrâmnio resultante pode estar associado com hipoplasia pulmonar e deformações ósseas fetais. As potenciais reações adversas neonatais incluem deformação craniana, anúria, hipotensão, insufucuencia renal e morte. Quando a gravidez for detectada, descontinue a Losartana Potássica o mais rápido o possível (veja ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES, Uso na Gravidez e na Amamentação). 

Reações adversas / Efeitos colaterais de Losartana Potássica

Em estudos clínicos controlados de hipertensão, verificou-se que Losartana Potássica é geralmente bem tolerada; os efeitos adversos foram, em geral, de natureza leve e transitória e não requereram a descontinuação do tratamento. A incidência geral de efeitos colaterais relatados com Losartana Potássica foi comparável à do placebo. 
Em estudos clínicos controlados de hipertensão essencial, tontura foi o único efeito adverso relatado como relacionado à medicação com incidência superior à do placebo, em 1% ou mais dos pacientes tratados com Losartana Potássica. Além disso, efeitos ortostáticos relacionados à dose foram observados em menos de 1% dos pacientes. 


Raramente foi relatada erupção cutânea, embora a incidência em estudos clínicos controlados tenha sido menor do que a do placebo. Nesses estudos clínicos duplo-cegos e controlados sobre hipertensão essencial, as seguintes experiências adversas relatadas com Losartana Potássica ocorreram em ≥1% dos pacientes, independentemente da relação com a medicação: 


Losartana Potássica
(n= 2.085)
Placebo
(n= 535)
Organismo em geral


Dor abdominal
1,7
1,7
Astenia/fadiga
3,8
3,9
Dor torácica
1,1
2,6
Edema/ Inchaço
1,7
1,9
Cardiovascular


Palpitação
1
0,4
Taquicardia
1
1,7
Digestivo


Diarreia
1,9
1,9
Dispepsia
1,1
1,5
Náuseas
1,8
2,8
Musculoesquelético


Dor lombar
1,6
1,1
Câimbras musculares
1
1,1
Nervoso/ psiquiátrico


Tontura
4,1
2,4
Cefaleia
14,1
17,2
Insônia
1,1
0,7
Respiratório


Tosse
3,1
2,6
Congestão nasal
1,3
1,1
Faringite
1,5
2,6
Distúrbios sinusais
1
1,3
Infecção no trato respiratório
superior

6,5

5,6

Losartana Potássica foi geralmente bem tolerada em estudos clínicos controlados sobre insuficiência cardíaca. Os efeitos adversos mais comuns relacionados à medicação foram tontura e hipotensão. 
Losartana Potássica foi geralmente bem tolerada em um estudo clínico que envolveu pacientes com hipertrofia ventricular esquerda. As reações adversas mais comuns, relacionadas à medicação, foram tontura, astenia/fadiga e vertigem. 
No estudo LIFE, dentre os pacientes sem diabetes no período basal, a incidência de novos casos de diabetes mellitus com Losartana Potássica foi mais baixa quando comparada com a observada com o atenolol (242 pacientes versus 320 pacientes, respectivamente, p< 0,001). Como não foi incluído no estudo um grupo com placebo, não se sabe se isso representa efeito benéfico da Losartana Potássica ou reação adversa ao atenolol. 
Losartana Potássica foi geralmente bem tolerada em um estudo clínico controlado que envolveu pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria. As reações adversas mais comuns, relacionadas à medicação, foram astenia/fadiga, tontura, hipotensão e hipercalemia (veja ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES, Hipotensão e Desequilíbrio Hidroeletrolítico). 

Após a comercialização do produto, foram relatados os seguintes efeitos adversos: 
Hipersensibilidade: reações anafiláticas, angioedema, incluindo edema de laringe e glote, com obstrução das vias aéreas e/ou edema de face, lábios, faringe e/ou língua, foram relatados raramente (> 1/10.000 e ≤ 1.000) em pacientes tratados com losartana; alguns desses pacientes apresentaram anteriormente angioedema com outros medicamentos, entre eles os inibidores da ECA. Vasculite, incluindo púrpura de Henoch-Schoenlein, foi raramente (> 1/10.000 e ≤ 1.000) relatada. 
Gastrintestinais: anormalidades da função hepática, hepatite [relatada raramente (> 1/10.000 e ≤ 1.000)], vômitos. 
Distúrbios gerais e condições do local de administração: mal estar. 
Hematológico: anemia, trombocitopenia (relatada raramente). 
Musculoesquelético: mialgia, artralgia. 
Sistemas nervoso / psiquiátrico: enxaqueca, disgeusia. 
Distúrbios do sistema reprodutivo e mamas: disfunção erétil/impotência. 
 Respiratório: tosse. 
Pele: urticária, prurido, eritroderma, fotossensibilidade. 

Achados de Testes Laboratoriais 
Em estudos clínicos controlados sobre hipertensão essencial, alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais- padrão foram raramente associadas com a administração de Losartana Potássica. Hipercalemia (potássio sérico > 5,5 mEq/L) ocorreu em 1,5% dos pacientes nos estudos clínicos sobre hipertensão. Em um estudo clínico conduzido em pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria, 9,9% dos pacientes tratados com losratana potássica e 3,4% dos pacientes que receberam placebo desenvolveram hipercalemia (veja ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES, Hipotensão e Desequilíbrio Hidroeletrolítico). Raramente ocorreram aumentos de ALT que, em geral, desapareceram com a descontinuação do tratamento. 

Interações medicamentosas de Losartana Potássica

Nos estudos clínicos de farmacocinética realizados com hidroclorotiazida, digoxina, varfarina, cimetidina, fenobarbital, cetoconazol e eritromicina, não foram identificadas interações medicamentosas de importância clínica. 


Houve relatos de redução dos níveis do metabólito ativo pela rifampicina e pelo fluconazol. Não foram avaliadas as consequências clínicas dessas interações. 
A exemplo do que ocorre com outros fármacos que bloqueiam a angiotensina II ou os seus efeitos, o uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio (como espironolactona, triantereno e amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio pode resultar em aumento do potássio sérico. 
A exemplo de outros fármacos que afetam a excreção de sódio, a excreção de lítio pode ser reduzida. Por isso, deve-se monitorar com cautela os níveis séricos de lítio, caso sais de lítio sejam administrados concomitantemente a antagonistas de receptores de angiotensina II. 
Os fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da cicloxigenase-2 (inibidores da COX-2), podem reduzir o efeito de diuréticos e outras drogas anti-hipertensivas. Por isso, o efeito anti-hipertensivo de antagonistas de receptores de angiotensina II ou inibidores da ECA pode ser atenuado pelos AINEs, incluindo os inibidores seletivos de COX-2. Para alguns pacientes com função renal comprometida (por exemplo, pacientes idosos ou hipovolêmicos, incluindo aqueles em terapia diurética) que estão em tratamento com fármacos anti-inflamatórios não esteroides, incluindo inibidores seletivos da cicloxigenase-2, a administração concomitante de antagonistas de receptores da angiotensina II ou inibidores da ECA pode resultar em maior deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda. Esses efeitos são usualmente reversíveis, portanto a combinação deve ser administrada com cautela a pacientes com comprometimento da função renal. 
O bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAAS) com bloqueadores dos receptores da angiotensina, inibidores da ECA ou alisquireno está associado com o aumento do risco de hipotensão, hipercalemia e alterações na função renal (incluindo insuficiência renal severa) quando comparado a monoterapia. Monitorar constantemente a pressão sanguínea, função renal e eletrólitos em pacientes em tratamento com Losartana Potássica e outros agentes que afetem o RAAS. Não coadministrar alisquireno com Losartana Potássica em pacientes diabéticos. Evitar o uso de alisquireno com Losartana Potássica em pacientes com insuficiência renal (GFR, 60 mL/min). 
Carvedilol 
é indicado para tratamento de hipertensão arterial, isoladamente ou em associação a outros agentes antihipertensivos, especialmente diuréticos tiazídicos.

Contra-indicações de Carvedilol

Carvedilol é contraindicado em pacientes com: hipersensibilidade conhecida ao Carvedilol ou a qualquer dos componentes do produto; insuficiência cardíaca descompensada, que exija terapia inotrópica intravenosa; insuficiência hepática clinicamente manifesta. Como com qualquer outro betabloqueador, o Carvedilol não deve ser usado em pacientes com asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico; bloqueio AV de segundo ou terceiro grau; bradicardia severa (< 50 bpm); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico; hipotensão severa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Advertências

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora da insuficiência cardíaca ou retenção hídrica durante a titulação do Carvedilol. Caso isso ocorra, a dose do diurético deve ser aumentada e a dose de Carvedilol não deve ser aumentada até se atingir novamente a estabilidade clínica. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose do Carvedilol ou descontinuá-lo temporariamente. Tais episódios não impedem o sucesso de titulação subsequente de Carvedilol
Carvedilol deve ser usado com cautela em combinação a digitálicos, pois ambas as drogas lentificam a condução AV. 
Deve-se ter cautela ao administrar-se Carvedilol a pacientes com diabetes mellitus, pois os sinais e sintomas precoces de hipoglicemia podem ser mascarados ou atenuados. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e diabetes, o uso do Carvedilol pode associar-se a piora do controle da glicemia. Portanto, monitoração regular da glicemia é necessária nos diabéticos quando Carvedilol for iniciado ou titulado e a terapia hipoglicemiante ajustada adequadamente. 


Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com Carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial (PA sistólica < 100 mmHg), cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente. Nesses pacientes, a função renal deve ser monitorada durante a titulação do Carvedilol. Descontinuar a medicação ou reduzir a dose caso ocorra piora da função renal. 
Carvedilol deve ser usado com cautela em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico e que não estejam recebendo medicação oral ou inalatória se o benefício potencial superar o risco potencial. Em pacientes com tendência a broncoespasmo, pode ocorrer insuficiência respiratória por possível aumento da resistência das vias aéreas. Os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente durante o início e titulação de Carvedilol e a dose do Carvedilol reduzida se for observado broncoespasmo durante o tratamento. 
Usuários de lentes de contato devem lembrar-se da possibilidade de redução do lacrimejamento. 
O tratamento com Carvedilol não deve ser descontinuado abruptamente, principalmente em pacientes com cardiopatia isquêmica. 
A retirada do Carvedilol nesses pacientes deve ser gradual (ao longo de 2 semanas). 
Carvedilol, como outros betabloqueadores, pode mascarar os sintomas de tireotoxicose. 
Deve-se ter cuidado ao se administrar Carvedilol a pacientes com história de reações graves de hipersensibilidade e naqueles submetidos à terapia de dessensibilização, pois os betabloqueadores podem aumentar tanto a sensibilidade aos alérgenos quanto a gravidade das reações anafiláticas. 
Pacientes com história de psoríase associada a tratamento com betabloqueadores só deverão tomar Carvedilol após se considerar o risco-benefício. 
Em pacientes com feocromocitoma, deve-se iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar do Carvedilol exercer atividade tanto alfa quanto betabloqueadora, não existe experiência de uso nesses casos. Portanto, deve-se ter cautela ao se administrar Carvedilol a pacientes com suspeita de feocromocitoma. 
Betabloqueadores não seletivos podem provocar dor torácica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não há experiência clínica com Carvedilol nesses pacientes, apesar de sua atividade alfabloqueadora poder prevenir esses sintomas. Entretanto, devese ter cautela ao se administrar Carvedilol a pacientes com suspeita de angina variante de Prinzmetal. 
Carvedilol deve ser usado com cautela em pacientes com doença vascular periférica, pois os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial. Em pacientes com distúrbios circulatórios periféricos (fenômeno de Raynaud) poderá ocorrer exacerbação dos sintomas. 
Deve-se ter cautela em pacientes que serão submetidos à cirurgia, devido aos efeitos sinérgicos inotrópico negativo e hipotensor do Carvedilol e drogas anestésicas. 


Carvedilol pode provocar bradicardia. Se a frequência cardíaca reduzir para menos de 55 batimentos por minuto, a dose do Carvedilol deve ser reduzida. 
Para pacientes em terapia concomitante com bloqueadores dos canais de cálcio do tipo verapamil ou diltiazem ou outra droga antiarrítmica, é necessário monitoração cuidadosa do ECG e da pressão arterial. 
Devido a reações individuais variáveis (tonturas, cansaço), a capacidade do paciente para dirigir ou operar máquinas pode estar comprometida, principalmente no início do tratamento e após aumentos de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool. 

Uso na gravidez de Carvedilol

Categoria de Gestação D: este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. 
Não há experiência clínica adequada com Carvedilol em mulheres grávidas. Betabloqueadores reduzem a perfusão placentária, podendo resultar em morte fetal intra-uterina e parto prematuro. 
Além disso, efeitos adversos (hipoglicemia e bradicardia) podem ocorrer no feto e no recém-nascido. Existe risco aumentado de complicações cardíacas e pulmonares no recém-nascido. Estudos em animais mostraram que o Carvedilol não possui efeitos teratogênicos. 
Carvedilol não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. 
Carvedilol e seus metabólitos são excretados no leite. Embora se desconheça se o Carvedilol é excretado no leite humano, amamentação não é recomendada durante a administração de 
Carvedilol

Reações adversas / Efeitos colaterais de Carvedilol

O perfil de reações adversas associadas ao uso de Carvedilol no tratamento da hipertensão e da angina do peito é semelhante ao observado na insuficiência cardíaca; entretanto, a incidência dos efeitos adversos nesses pacientes é menor. 
A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. 
Sistema nervoso central 
- Comuns: tonturas, cefaleia e fadiga, geralmente leves e no início do tratamento. 
- Raros: humor deprimido, distúrbios do sono, parestesia. 
Sistema cardiovascular 
- Comuns: bradicardia, hipotensão postural. 
- Raros: síncope, distúrbios da circulação periférica (extremidades frias, exacerbação da claudicação intermitente e fenômeno de Raynaud), angina do peito, bloqueio AV, edema periférico, sintomas de insuficiência cardíaca. 
Sistema respiratório 
- Comuns: asma/dispneia em pacientes com predisposição. 
- Raros: obstrução nasal. 
Sistema gastrintestinal 
- Comuns: desconforto gastrintestinal (náuseas, dor abdominal e diarreia). 
- Raros: vômitos, obstipação intestinal. 
Pele e anexos 
- Raros: reações cutâneas (por ex., exantema alérgico, urticária, prurido); lesões psoriásicas podem ocorrer ou serem exacerbadas. 
Hematologia e Bioquímica 
- Raros: trombocitopenia e leucopenia, aumento de transaminases 
(TGO, TGP e Gama-GT) 
Metabolismo 
- Hiperglicemia, hipoglicemia e deterioração do controle da glicose em pacientes com diabetes mellitus preexistente. Hipercolesterolemia. 
- Devido à propriedade betabloqueadora, é possível que diabetes mellitus latente se manifeste, que diabetes manifesto se agrave e que a contra-regulação da glicose seja inibida. 
- Pacientes com insuficiência cardíaca podem, ocasionalmente, desenvolver aumento do peso corporal. 
Outros 
- Dor nas extremidades, distúrbios visuais e irritação ocular, redução do lacrimejamento, secura da boca, distúrbios da micção, impotência sexual. 
- Raros: insuficiência renal e alterações da função renal em pacientes com doença vascular difusa e/ou comprometimento da função renal. 

Eliquis (apixabana) 
indicado na prevenção de formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa) e que podem se mover dentro dos vasos sanguíneos e atingir os pulmões (embolia pulmonar) ou outros órgãos em pacientes adultos que foram submetidos à artroplastia (cirurgia para colocação de prótese) de quadril ou de joelho. 
Eliquis é indicado também para reduzir o risco de derrame cerebral (AVC), de formação de coágulos em outros vasos sanguíneos do corpo (embolia sistêmica) e morte em pacientes adultos com arritmia do coração (fibrilação atrial não-valvular). 
Comparado com varfarina, Eliquis também diminui risco de sangramento, incluindo hemorragia cerebral 2.

Precauções do Eliquis

Assim como com outros anticoagulantes, se você tomar ELIQUIS deve ser cuidadosamente monitorado em relação aos sinais de sangramento Eliquis deve ser usado com precaução em condições de risco aumentado de hemorragia, tais como: distúrbios hemorrágicos adquiridos ou congênitos (indivíduos nascem com esses distúrbios); úlceras no estômago ou intestinos; endocardite bacteriana (infecção causada por bactérias que atinge partes do coração); doenças relacionadas às plaquetas (diminuição no número ou na sua função); história de acidente vascular cerebral hemorrágico (derrame); aumento grave da pressão arterial não controlada e cirurgia recente cerebral, da coluna vertebral ou oftalmológica (nos olhos). A administração de Eliquis deve ser interrompida se ocorrer hemorragia grave. Em caso de complicações hemorrágicas, o tratamento deve ser interrompido e a origem do sangramento investigado Eliquis é contraindicado caso você apresente doença do fígado associada a problemas na coagulação do sangue e risco de sangramento clinicamente relevante. Eliquis não é recomendado caso você apresente diminuição grave na função do fígado (insuficiência hepática) e deve ser usado com cautela caso essa insuficiência seja leve ou moderada.

Reações Adversas do Eliquis

- Prevenção de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões): artroplastia (cirurgia) eletiva de quadril ou de joelho. 
As reações adversas em pacientes no período pós-operatório de cirurgia ortopédica em estudos clínicos estão listadas a seguir: 
Comum: anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue), hemorragia (sangramento), náusea (enjoo) e manchas arroxeadas no corpo. 
Incomum: diminuição na quantidade de plaquetas, queda da pressão arterial, sangramento nasal, hemorragias gastrintestinais (incluindo vômitos com sangue e presença de sangue nas fezes), testes de sangue anormais da função do fígado com alterações nas enzimas hepáticas (entre elas: aumentos das transaminases, da fosfatase alcalina, das bilirrubinas, da gama-glutamiltransferase), presença de sangue na urina, hemorragia pós- cirurgia incluindo no local da incisão. 
Raras: reações alérgicas, hemorragia ocular (sangue nos olhos ou na membrana que cobre os olhos), eliminação de sangue através da tosse, hemorragia retal, sangramento gengival, hemorragia muscular Prevenção de derrame cerebral e embolia sistêmica (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos do corpo): pacientes portadores de arritmia cardíaca (fibrilação atrial não-valvular). 
As reações adversas em pacientes com fibrilação atrial não valvular em estudos clínicos estão listadas a seguir: 
Comum: hemorragia ocular (sangue nos olhos ou na membrana que cobre os olhos), sangramento nasal, hemorragias gastrintestinais (incluindo vômitos com sangue e fezes escuras devido a presença de sangue), hemorragia retal, sangramento gengival, sangue na urina, hematoma (acúmulo de sangue) e manchas arroxeadas no corpo Incomum: hipersensibilidade (incluindo hipersensibilidade medicamentosa, como vermelhidão na pele e reação alérgica grave), hemorragia cerebral, outras hemorragias intracranianas ou intraespinhais (na coluna), hemorragia intra-abdominal, eliminação de sangue através da tosse, evacuação intestinal com sangue vivo e hemorragia retal, hemorragia bucal, hemorragia urogenital (sangramento vaginal anormal), presença de sangue na urina. 
Raras: hemorragia do trato respiratório (incluindo sangramento dentro do pulmão e sangramento na laringe e faringe), hemorragia retroperitonial (sangramento dentro da cavidade abdominal) Atenção: este produto é um medicamento novo que possui nova indicação e nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos.

Aldactone - Indicações

Aldactone® (espironolactona) comprimidos é indicado para o tratamento da hipertensão essencial; distúrbios edematosos, tais como: edema e ascite da insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática e síndrome nefrótica; edema idiopático; como terapia auxiliar na hipertensão maligna; na hipopotassemia quando outras medidas forem consideradas impróprias ou inadequadas; profilaxia da hipopotassemia e hipomagnesemia em pacientes tomando diuréticos, ou quando outras medidas forem inadequadas ou impróprias. Aldactone® é indicado para o diagnóstico e tratamento do hiperaldosteronismo primário e tratamento pré-operatório de pacientes com hiperaldosteronismo primário

Advertências

Gerais 
 O uso concomitante de Aldactone® e outros diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina), antagonistas da angiotensina II, bloqueadores da aldosterona, heparina, heparina de baixo peso molecular ou outras drogas que possam causar hiperpotassemia, suplementos de potássio, uma dieta rica em potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar à hiperpotassemia grave. 
É aconselhável realizar uma avaliação periódica dos eletrólitos séricos, tendo em vista a possibilidade de hiperpotassemia, hiponatremia e uma possível elevação transitória da ureia plasmática especialmente em pacientes idosos e/ou com distúrbios preexistentes da função renal ou hepática, para os quais a relação risco/benefício deve ser considerada. 
Acidose metabólica hiperclorêmica reversível, usualmente em associação com hiperpotassemia, foi relatada em alguns pacientes com cirrose hepática descompensada, mesmo quando a função renal é normal. 

Uso Durante a Gravidez e Lactação 
Aldactone® não apresentou efeitos teratogênicos em camundongos. Coelhos que receberam Aldactone® apresentaram taxa de concepção reduzida, aumento da taxa de reabsorção e número menor de nascimentos vivos. 

Nenhum efeito embriotóxico foi observado em ratos aos quais houve administração de altas doses de Aldactone®, no entanto, houve relato de hipoprolactinemia limitada e relacionada à dose, assim como diminuição dos pesos da próstata ventral e da vesícula seminal em machos e aumento da secreção de hormônio luteinizante e dos pesos ovariano e uterino em fêmeas. Feminização da genitália externa em fetos masculinos foi relatada em outro estudo em ratos. 
A espironolactona e seus metabólitos podem atravessar a barreira placentária. Não há estudos em mulheres grávidas. Aldactone® deve ser usado durante a gravidez somente se o potencial benéfico justificar o risco potencial para o feto. 
A canrenona, um metabólito ativo e principal da espironolactona, aparece no leite materno. Devido a muitos fármacos serem excretados no leite materno e devido ao desconhecido potencial para eventos adversos sobre o lactante, uma decisão deve ser tomada em relação à descontinuação do tratamento levando-se em conta a importância do fármaco para a mãe. Caso o uso de Aldactone® durante o período da amamentação seja considerado essencial, um método alternativo de alimentação para a criança deve ser instituído. 

Aldactone® é um medicamento classificado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista. 

Efeitos na Capacidade de Dirigir e Operar Máquinas 
 Sonolência e tontura ocorrem em alguns pacientes. É recomendada precaução ao dirigir ou operar máquinas até que a resposta inicial ao tratamento seja determinada. 
Este medicamento pode causar doping. 

Interações medicamentosas de Aldactone

Há casos relatados de hiperpotassemia grave em pacientes que fazem uso de diuréticos poupadores de potássio, incluindo Aldactone® (espironolactona) e inibidores da ECA ou outras drogas que causam hiperpotassemia. 
Aldactone® potencializa o efeito de outros diuréticos e anti-hipertensivos quando administrados concomitantemente. A dose desses fármacos deverá ser reduzida quando Aldactone® for incluído ao tratamento. 
Aldactone® reduz a resposta vascular à norepinefrina. Devem ser tomados cuidados com a administração em pacientes submetidos à anestesia enquanto esses estiverem sendo tratados com Aldactone®. 
Foi demonstrado que Aldactone® aumenta à meia-vida da digoxina. 
Foi demonstrado que ácido acetilsalicílico, indometacina e ácido mefenâmico atenuam o efeito diurético do Aldactone®. 
Aldactone® aumenta o metabolismo da antipirina. 
Aldactone® pode interferir na análise dos exames de concentração plasmática de digoxina. 
Acidose metabólica hipercalêmica foi relatada em pacientes que receberam Aldactone® concomitantemente a cloreto de amônio ou colestiramina. 
Coadministração de Aldactone® e carbenoxolona podem resultar em eficácia reduzida de qualquer uma dessas medicações. 

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aldactone

As seguintes reações adversas foram relatadas em tratamento com Aldactone®: 
Neoplasmas Benignos, Malignos e não específicos (incluindo cistos e pólipos): neoplasma benigno de mama. Sistema Sanguíneo e Linfático: leucopenia (incluindo agranolocitose), trombocitopenia. Metabólico e Nutricional: distúrbios eletrolíticos e hipercalemia. Psiquiátrico: alterações na libido, confusão. Sistema Nervoso: tontura. Gastrointestinal: distúrbios gastrointestinais, náuseas. Hepatobiliar: função hepática anormal. Pele e Tecidos Subcutâneos: síndrome de Steve-Johnson, necrólise epidérmica tóxica (NET), erupção à droga com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) alopecia, hipertricose (crescimento de cabelo anormal), prurido, rash, urticária. Músculo-esquelético e Tecidos Conjuntivos: hiperpotassemia e cãibras nas pernas. Sistema Renal e Urinário: insuficiência renal aguda. Sistema Reprodutivo e Distúrbios Mamários: dor nas mamas, distúrbios menstruais, ginecomastia*. Geral: mal-estar. 
* A ginecomastia é geralmente reversível quando a espironolactona é descontinuada, embora, em casos raros, o aumento das mamas pode persistir. 
Outras reações também relatadas foram: sonolência, cansaço, dor de cabeça, confusão mental, febre, ataxia, impotência. Foi observado carcinoma mamário em pacientes tomando espironolactona, todavia uma relação de causa e efeito não pôde ser estabelecida. 
Ginecomastia pode se desenvolver em associação com o uso de Aldactone® e o médico deve estar alerta para sua possível instalação. 

Miosan - Indicações

Este medicamento é destinado ao tratamento de espasmos musculares associados com dor aguda e de etiologia músculoesquelética, como nas lombalgias, torcicolos, fibromialgia, periartrite escapuloumeral, cervicobraquialgias. Além disso, é indicado como coadjuvante de outras medidas para o alívio dos sintomas, tais como fisioterapia e repouso.

Contra-indicações de Miosan

Miosan® é contraindicado nos seguintes casos: 
• Hipersensibilidade a ciclobenzaprina ou a qualquer outro componente da fórmula do produto. 
• Pacientes que apresentam glaucoma ou retenção urinária. 
• Com o uso simultâneo de IMAO (inibidores da monoaminoxidase). 
• Fase aguda pós-infarto do miocárdio. 
• Pacientes com arritmia cardíaca, bloqueio, alteração da conduta, insuficiência cardíaca congestiva ou hipertireoidismo. 
O cloridrato de ciclobenzaprina está classificado na categoria B de risco na gravidez. 
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 

Advertências

O cloridrato de ciclobenzaprina é relacionado estruturalmente com os antidepressivos tricíclicos (p. ex. amitriptilina e imipramina). 
Quando as doses administradas forem maiores do que as recomendadas, podem ocorrer sérias reações no SNC. 
A ciclobenzaprina interage com a monoaminoxidase. 
Crise hiperpirética, convulsões severas e morte podem ocorrer em pacientes que recebem antidepressivos tricíclicos, incluíndo a furazolidona, a pargilina, a procarbazina e IMAO. 
A ciclobenzaprina pode aumentar os efeitos do álcool, barbitúricos e de outras drogas depressoras do SNC. 

Precauções 
Devido à sua ação atropínica, a ciclobenzaprina deve ser utilizada com cautela em pacientes com história de retenção urinária, glaucoma de ângulo fechado, pressão intra-ocular elevada ou naqueles em tratamento com medicação anticolinérgica. Pelos mesmos motivos, os pacientes com antecedentes de taquicardia, bem como os que sofrem de hipertrofia prostática, devem ser submetidos a cuidadosa avaliação dos efeitos adversos durante o tratamento com a ciclobenzaprina. Não se recomenda a utilização do medicamento nos pacientes em fase de recuperação do infarto do miocárdio, nas arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva, bloqueio cardíaco ou outros problemas de condução. O risco de arritmias pode estar aumentado nos casos de hipertireoidismo. 


A utilização de Miosan® por períodos superiores a duas ou três semanas deve ser feita com o devido acompanhamento médico. 
Os pacientes devem ser advertidos de que a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas perigosas pode estar comprometida durante o tratamento. 
- Gravidez 
Estudos sobre a reprodução realizados em ratazanas, camundongos e coelhos, com dose até 20 vezes a dose para humanos, não evidenciam a existência de alteração sobre a fertilidade ou de danos ao feto, devidos ao produto. Entretanto, não há estudos adequados e bem controlados sobre a segurança do uso de ciclobenzaprina em mulheres grávidas. Como os estudos em animais nem sempre reproduzem a resposta em humanos, não se recomenda a administração de Miosan® durante a gravidez. 

O cloridrato de ciclobenzaprina está classificado na categoria B de risco na gravidez. 
 Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 
- Amamentação 
Não é conhecido se a droga é excretada no leite materno. Como a ciclobenzaprina é quimicamente relacionada aos antidepressivos tricíclicos, alguns dos quais são excretados no leite materno, cuidados especiais devem ser tomados quando o produto for prescrito a mulheres que estejam amamentando. 
- Uso Pediátrico 
Não foi estabelecida a segurança e a eficácia de ciclobenzaprina em crianças menores de 15 anos. 
- Geriatria 
Não se dispõe de informações. Os pacientes idosos manifestam sensibilidade aumentada a outros antimuscarínicos e é mais provável que experimentem reações adversas aos antidepressivos tricíclicos relacionados estruturalmente com a ciclobenzaprina do que os adultos jovens. 

- Odontologia 
Os efeitos antimuscarínicos periféricos da droga podem inibir o fluxo salivar, contribuindo para o desenvolvimento de cáries, doenças periodontais, candidíase oral e mal estar. 
- Carcinogenicidade, Mutagenicidade e Alterações Sobre a Fertilidade 
Os estudos em animais com doses de 5 a 40 vezes a dose recomendada para humanos, não revelaram propriedades carcinogênicas ou mutagênicas da droga. Alterações hepáticas como empalidecimento ou aumento do fígado, foram observadas em casos dose- relacoinados de lipidose com vacuolação do hepatócito. No grupo que recebeu altas doses, as mudanças microscópicas foram encontradas após 26 semanas. A ciclobenzaprina não afetou, por si mesma, a incidência ou a distribuição de neoplasias nos estudos realizados em ratos e camundongos. 
Doses orais de ciclobenzaprina, até 10 vezes a dose para humanos, não afetaram adversamente o desempenho ou a fertilidade de ratazanas machos ou fêmeas. A ciclobenzaprina não demonstrou atividade mutagênica sobre camundongos machos a dose de até 20 vezes a dose para humanos. 

Reações adversas / Efeitos colaterais de Miosan

Ainda não são conhecidas a intensidade e frequência das reações adversas. 
As reações adversas que podem ocorrer com maior frequência são: sonolência, secura de boca e vertigem. 
As reações relatadas em 1 a 3% dos pacientes foram fadiga, debilidade, astenia, náuseas, constipação, dispepsia, sabor desagradável, visão borrosa, cefaleia, nervosismo e confusão. Estas reações somente requerem atenção médica se forem persistentes. 
Com incidência em menos de 1% dos pacientes foram relatadas as seguintes reações: síncope e mal estar. 
Cardiovasculares: taquicardia, arritmias, vasodilatação, palpitação, hipotensão. 
Digestivas: vômitos, anorexia, diarreia, dor gastrointestinal, gastrite, flatulência, edema de língua, alteração das funções hepáticas, raramente hepatite, icterícia e colestase. Hipersensiblidade: anafilaxia, angioedema, prurido, edema facial, urticária e rash. 
Músculoesqueléticas: rigidez muscular. 
Sistema nervoso e psiquiátricas: ataxia, vertigem, disartria, tremores, hipertonia, convulsões, alucinações, insônia, depressão, ansiedade, agitação, parestesia, diplopia. 
Pele: sudorese. 
Sentidos especiais: ageusia, tinitus. 
Urogenitais: Frequência urinária e/ou retenção. Estas reações, embora raras, requerem supervisão médica. 
Outras reações, relatadas aos compostos tricíclicos, embora não relacionadas à ciclobenzaprina, devem ser consideradas pelo médico assistente. 
Não foram relatadas reações referentes à dependência, com sintomas decorrentes da interrupção abrupta do tratamento. A interrupção do tratamento após administração prolongada pode provocar náuseas, cefaleia e mal estar, o que não é indicativo de adição. 


Anti-inflamatório
QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Assim como todos os medicamentos, pacientes tomando Poltax podem apresentar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem. As reações adversas a seguir incluem aquelas reportadas com Poltax e/ou outras formas farmacêuticas contendo diclofenaco em uso por curto ou longo prazo. Algumas reações adversas podem ser sérias Estas reações adversas incomuns ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento, especialmente quando administrado em dose diária elevada (150mg) por um período longo: - dor no peito súbita e opressiva (sinais de infarto do miocárdio ou ataque cardíaco). - Falta de ar, dificuldade de respirar quando deitado, inchaço dos pés ou pernas (sinais de insuficiência cardíaca). Estas reações adversas raras ou muito raras ocorrem em menos de 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento: - sangramento espontâneo ou hematomas (sinais de trombocitopenia); - febre alta, infecções frequentes e dor de garganta persistente (sinais de agranulocitose); - dificuldade de respirar ou deglutir, rash, prurido, urticária, tontura (sinais de hipersensibilidade, reações anafiláticas e anafilactoides); - inchaço, principalmente na face e garganta (sinais de angioedema); - pensamentos e humor alterados (sinais de distúrbios psicóticos); - memória prejudicada (sinais de problemas de memória); - convulsões; - ansiedade; - pescoço duro, febre, náusea, vômito, dor de cabeça (sinais de meningite asséptica); - dor de cabeça grave e repentina, náusea, tontura, dormência, inabilidade ou dificuldade de falar, fraqueza ou paralisia dos membros ou face (sinais de acidente vascular cerebral ou derrame); - dificuldade de audição (sinais de dano auditivo); - dor de cabeça, tontura (sinais de pressão sanguínea alta, hipertensão); - rash, manchas vermelho-arroxeadas, febre, prurido (sinais de vasculite); V.00_12/2013 - dificuldade repentina de respirar e sensação de aperto no peito com chiado no peito ou tosse (sinais de asma ou pneumonite se febre); - vômitos com sangue (sinais de hematêmese) e/ou fezes negras ou com sangue (sinais de hemorragia gastrointestinal); - diarreia com sangue (sinais de diarreia hemorrágica); - fezes negras (sinais de melena); - dor de estômago, náusea (sinais de úlcera gastrointestinal); - diarreia, dor abdominal, febre, náusea, vômitos (sinais de colite, incluindo colite hemorrágica e exacerbação de colite ulcerativa ou doença de Crohn); - dor de estômago grave (sinais de pancreatite); - amarelamento da pele e dos olhos (sinais de icterícia), náusea, perda de apetite, urina escura (sinais de hepatite / insuficiência hepática); - sintomas típicos de gripe, sensação de cansaço, dores musculares, aumento das enzimas hepáticas em exames de sangue (sinais de doenças hepáticas, incluindo hepatite fulminante, necrose hepática, insuficiência hepática); - bolhas (sinais de dermatite bolhosa); - pele vermelha ou roxa (possíveis sinais de inflamação dos vasos sanguíneos), rash cutâneo com bolhas (vermelhidão na pele com ou sem descamação), bolhas nos lábios, olhos e boca, inflamação na pele com descamação ou peeling (sinais de eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson se febre ou necrólise epidérmica tóxica); - rash cutâneo com descamação ou peeling (sinais de dermatite esfoliativa); - aumento da sensibilidade da pele ao sol (sinais de reação de fotossensibilidade - manchas roxas na pele (sinais de púrpura ou púrpura de Henoch-Schonlein, se causada por alergia); - inchaço, sensação de fraqueza, ou micção anormal (sinais de insuficiência renal aguda); - excesso de proteína na urina (sinais de proteinúria); - inchaço na face ou abdômen, pressão sanguínea alta (sinais de síndrome nefrótica); - produção de urina mais ou menos acentuada, sonolência, confusão, náusea (sinais de nefrite tubulointersticial); - diminuição grave da quantidade de urina (sinais de necrose papilar renal); - inchaço generalizado (sinais de edema). Se você apresentar quaisquer destas reações, avise imediatamente seu médico. Algumas reações adversas são comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça, tontura, vertigem, náusea, vômito, diarreia, indigestão (sinais de dispepsia), dor abdominal, flatulência, perda do apetite, exames de função do fígado anormais (ex.: aumento nível de transaminases), rash cutâneo (vermelhidão na pele com ou sem descamação). Algumas reações adversas são raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): sonolência, dor de estômago (sinais de gastrite), problemas no fígado, rash com prurido (sinais de urticária). Algumas reações adversas são muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): nível baixo de células vermelhas sanguíneas (anemia), nível baixo de células brancas sanguíneas (leucopenia), desorientação, depressão, dificuldade de dormir (sinais de insônia), pesadelos, irritabilidade, formigamento ou dormência nas mãos ou pés (sinais de parestesia), tremores, distúrbios do paladar (sinais de disgeusia), distúrbios de visão (sinais de problemas visuais, visão borrada, diplopia), ruídos nos ouvidos (sinais de zumbido) constipação, ferimentos na boca (sinais de estomatite), inchaço, língua vermelha e dolorida (sinais de glossite), problema no tubo da garganta para o V.00_12/2013 estômago (sinais de distúrbio esofágico), espasmos no abdômen superior especialmente depois de comer (sinais de doença no diafragma intestinal), palpitações, dor no peito, prurido, rash com vermelhidão e queimação (sinais de eczema), vermelhidão na pele (sinais de eritema), perda de cabelo (sinais de alopecia), prurido, sangue na urina (sinais de hematúria). Se quaisquer destas reações adversas afetar você de forma grave, informe ao seu médico. Se você apresentar quaisquer reações adversas não mencionadas nesta bula, informe ao seu médico. Se você estiver tomando Poltax por mais que algumas semanas, você deve ir ao médico para fazer exames de rotina regularmente para você ter certeza que não está sofrendo de nenhuma reação adversa que você não tenha percebido. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.